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terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

A morte é apenas uma mudança de estado

 

A vida do homem é como o sol das regiões polares durante o verão: desce devagar, baixa, vai enfraquecendo, parece desaparecer num instante no horizonte. Aparentemente é o fim; mas
logo se eleva para descrever de novo sua imensa órbita no céu.
A morte é apenas uma mudança de estado, a destruição de uma forma frágil que não mais fornece à vida as condições necessárias para seu funcionamento e sua evolução. Para além do túmulo, uma outra fase da existência se abre. O espírito, sob sua forma fluídica, imponderável, prepara-se para novas reencarnações e encontra em seu estado mental os frutos da última existência que findou.

terça-feira, 26 de julho de 2016

A vida sem amor é um livro sem letras



"Aprendi com o Mestre dos Mestres que a arte de pensar é o tesouro dos sábios. Aprendi um pouco mais a pensar antes de reagir, a expor - e não impor - minhas idéias e a entender que cada pessoa é um ser único no palco da existência.
Aprendi com o Mestre da Sensibilidade a navegar nas águas da emoção, a não ter medo da dor, a procurar um profundo significado para a vida e a perceber que nas coisas mais simples e anônimas se escondem os segredos da felicidade.

Aprendi com o Mestre da Vida que viver é uma experiência única, belíssima, mas brevíssima. E, por saber que a vida passa tão rápido, sinto necessidade de compreender minhas limitações e aproveitar cada lágrima, sorriso, sucesso e fracasso como uma oportunidade preciosa de crescer.

Aprendi com o Mestre do Amor que a vida sem amor é um livro sem letras, uma primavera sem flores, uma pintura sem cores. Aprendi que o amor acalma a emoção, tranquiliza o pensamento, incendeia a motivação, rompe obstáculos intransponíveis e faz da vida uma agradável aventura, sem tédio, angústia ou solidão. Por tudo isso Jesus Cristo se tornou, para mim, um Mestre Inesquecível".
Augusto Cury

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Poema - O prisma da vida


Faço de meus ensaios poemas da vida,
Estórias comuns, mas com diferentes personagens,
O protagonista? A quem me consente a fala.
Não sou poeta, e péssima em gramática,
Mas quando se trata da verdade,
É das palavras que se trata.
Como alguém em qualidade de púbere,
Atiço um desejo veemente de ver ou conhecer,
Trata-se da individualidade de cada um (pessoas),
Ou ainda, da utilidade, cuja adaptação inata,
Torna-se intangível, porém moldável.
Em algum momento desejei primar pela poesia,
Mas só hoje percebi seu cargo dignitário,
Não está nas folhas de papel como percebemos,
Mas no tempo que decorre entre o nascimento e a morte,
Na maneira de viver, no conjunto de hábitos e costumes.
É de fato uma composição artística ou literária,
Como a própria vida.
A essência da vitalidade está na simplicidade,
Nos pensamentos engenhosos,
Nos corações piedosos,
Nas personalidades firmes de vontade e honradez,
Além da verdade em sua promessa verbal.
O prisma da vida é pessoal,
Assim como nossa existência.
Mas a vida em seu contexto de fato,
Esta sob a influência de outros sujeitos entre si.

Érika Schulman